domingo, 6 de setembro de 2009

Onde Está a Felicidade? A Dita Cuja

Eu só queria saber porque todo mundo não pode ser feliz (oras bolas!), é de mais todo mundo ser feliz? Será que existe uma cota? Um número de pessoas que pode ser feliz por vez? Ou esse é um jeito muito específico de exergar as coisas? De um jeito científico, através de um método para esmiuçar as coisas, esmiuçar uma coisa que não pode ser esmiuçada.

Talvez a felicidade e o "direito" de vive-la esteja muito ligado ao jeito que cada um conduz a sua vida (não tem a ver com destino ou sorte ou com jogo algum do acaso, seja apenas vida, com seu cotidiano e suas escolhas) ou não, talvez (com certeza!) a maneira como fomos educados por nossa família (a nuclear: pai, mãe, irmãos, e extra-nuclear também: padrastos, madrastas, os filhos desses, meio-irmãos), o convívio com nossos parentes (avós, tios, primos) e amigos, a educação que recebemos na escola, os incentivos (os "reforçadores" como incita a ciência psicológica) que recebemos ao longo da vida, tudo isso; tudo isso com certeza contribui para a pessoa que nos tornamos, além de outros fatores, como: o país em que nascemos; o estado; a cidade; o bairro em que moramos e a nossa personalidade que temos desde bebê, mas, que também é moldada: "nossa, olha como ele é um bebê calmo" ou "agitado" ou "chorão"e como nós bebêzinhos sofremos a influência irrefreável de frases de efeito como essas.

A idéia é: posso culpar meus pais, meu país, meu estado, cidade ou bairro por minha infelicidade? Se estes fossem diferentes ou agissem diferentes ou tivessem uma realidade diferente será que a minha realidade seria diferente? Ou não? Será que isso me influenciaria? Será que eu seria melhor se isso me influenciasse? Será que eu seria mais feliz, mais plena, mais realizada, menos questionadora?

Será que posso culpar alguém por um "fracasso"? Por não me indicarem um caminho, por não me ensinarem o que fazer, por não me mostrarem o "manual"? "Ei, como eu faço isso? Alguem pode me explicar?".

Qual a minha parcela de culpa nisso? Quantos pedaços da pizza de "mim" foram formados por mim? Será que eu poderia ser (me tornar e acreditar ser) uma pessoa completamente diferente se eu quisesse?

Ah!! (xá pra lá!). Sejamos felizes! Eu realmente acredito que a felicidade é a gente que faz, mas, que tem/vem um monte de coisa/carga grudada na gente que nem carrapato, isso tem!

Ladies and Gentlemans...

Sejam Felícios!


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O amor e as línguas

O amor deveria ser lindo em qualquer língua, na verdade o é, na verdade deve ser, porque o amor não é um idioma é um sentimento. Na verdade o alemão é um idioma que eu acho que parece xingamento até falando "Oi, tudo bem?" (Hallo, okay?)...porque é um idioma que eu não tenho muito conhecimento e a mim me parece muito estranho.

A frase a baixo quem me falou foi meu irmão, acho que ele queria me mostrar como era diferente, como uma coisa tão bonita, tão familiar para nós como um "eu te amo" poderia soar tão estranho em outra língua tão pouco parecida com a nossa como o alemão ou ele poderia estar apenas querendo mostrar como ele é inteligente em ter conhecimento disso; mas, de qualquer maneira, isso me fez pensar que eu não queria ouvir eu te amo em alemão de nenhum namorado meu. Talvez isso seja puro preconceito meu ou falta de experência com a língua mesmo; isso não é muito bom pra quem quer ser uma poliglota e uma diplomata...mostra que eu tenho muito o que aprender.

Eu te amo

Ich liebe dich.

(alemão).

Parece xingamento, mas é uma declaração de amor.

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